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O MEC e as políticas para Educação

O Ministério da Educação (MEC) começou o ano divulgando diversas alterações em sua estrutura, que incluem a proposta de extinção da Secretaria de Educação a Distância (Seed) que, desde a saída de Carlos Eduardo Bielschowsky, no final de 2010, vem sendo ocupada interinamente por José Guilherme Moreira Ribeiro, até então diretor de InfraEstrutura em Tecnologia Educacional do próprio órgão. O anúncio da extinção da Seed, ainda depende de publicação em caráter oficial. De acordo com a assessoria de imprensa da própria Seed, a decisão não representa o fim das políticas públicas para a EAD – e nem mesmo a interrupção dos programas em execução pela pasta. Parte das atribuições da Seed – tais como as ligadas à produção de conteúdo, capacitação e formação de professores,  deverá ser repassada para a Secretaria de Educação Básica (SEB), sob o comando da professora Maria do Pilar Lacerda.

A SEED também tratava da questão da regulação e supervisão da oferta dos cursos EAD. Sua forte atuação da Seed nesse aspecto levou ao fechamento de inúmeros polos e cursos a distância nos últimos anos. Todas essas ações deverão, segundo a nota divulgada pelo MEC, ser deslocadas para uma nova Secretaria de Regulação dos Cursos Superiores, que englobará os cursos presenciais e os EAD, a ser comandada pelo professor da Universidade de São Paulo (USP), Luiz Fernando Massoneto.

Ainda pelos anúncios feitos pelo MEC, deverá ser criada uma secretaria com o objetivo de intensificar as relações com as redes municipais e estaduais de educação, que será chefiada pelo deputado Carlos Abicalil (PT-MT). Todas as medidas fazem parte de um plano de reestruturação da educação, que incluem ainda a incorporação da Secretaria de Educação Especial (Seesp) à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) – tendo à frente a professora Cláudia Dutra, que já comandava a Seesp. Na nota, o MEC confirma ainda a nomeação de Malvina Tuttman, reitora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), para a presidência do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e de Luiz Cláudio Costa, reitor da Universidade Federal de Viçosa, para a Secretaria de Ensino Superior (Sesu). Foram confirmadas as permanências do professor Eliezer Pacheco à frente da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, do professor Jorge Guimarães à frente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), de Daniel Balaban no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e de José Henrique Paim Fernandes na secretaria executiva.

Essas mudanças são um indicativo de que a EAD esta se consolidando cada vez mais nas políticas educacionais, deixando de ser uma modalidade isolada, para se tornar parte integrante do conjunto de ações da Educação como um todo. Vejo de maneira positiva essas mudanças no MEC, mas também acredito que muita coisa ainda precisa ser mudada, nao vejo a UAB como referência e exemplo a ser seguido em EAD, a estrutura rígida, inflexível, implementada e difundida em várias instituições que seguem esse modelo, nao garante uma EAD de qualidade. É preciso cada vez mais buscar uma EAD que privilegie a Inovação, Criatividade e processos autônomos de aprendizado, na prática não é isso que vejo nos projetos de EAD que se utilizam do modelo da UAB, é preciso repensar essa forma de fazer Educação a distância.